frevo

O Frevo* é uma das mais ricas expressões artísticas brasileiras que incorpora, principalmente, música e dança, além da experiência, criatividade e imensa representatividade das agremiações. Foi no Recife, capital de Pernambuco, que o Frevo nasceu, criou raízes e consolidou-se nos fins do século XIX e início do século XX, tornando-se, ao longo do tempo, uma expressão artística popular e centenária que ainda hoje segue em franca evolução coreográfica e musical.

O frevo nasceu das marchas, maxixes e dobrados; as bandas militares do século passado teriam dado sua contribuição na formação do frevo, bem como as quadrilhas de origem européia. Deduz-se que a música apoiou-se desde o início nas fanfarras constituídas por instrumentos de metal, pela velha tradição bandística do povo pernambucano.

A palavra é: FREVO! – A palavra frevo vem de ferver, por corruptela, frever, dando origem a palavra frevo, que passou a designar: “Efervecência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular no seu vai-e-vem em direções opostas como pelo Carnaval”, de acordo com o Vocabulário Pernambucano de Pereira da Costa. Divulgando o que a boca anônima do povo já espalhava, o Jornal Pequeno, vespertino do Recife, que mantinha a melhor secção carnavalesca da época, na edição de 12 de fevereiro de 1908, faz a primeira referência a palavra frevo.
Frevo música – Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval. Os músicos pensaram em dar ao povo mais animação nos folguedos de carnaval, e a gente de pé no chão, queria música barulhenta e animada, que desse espaço para extravasar alegria dentro daquele improviso. No decorrer do tempo a música ganha características próprias acompanhada por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos. Nas suas origens o frevo sofreu várias influências ao longo do tempo, produzindo assim variedades. A década de trinta serve de base para a divisão do frevo em:

Frevo-de-Rua, Frevo-Canção, Frevo-de-Bloco
FREVO-DE-RUA – É o mais comumente identificado como simplesmente frevo, cujas características não se assemelham com nenhuma outra música brasileira, nem de outro país. O frevo-de-rua se diferencia dos outros tipos de frevo pela ausência completa de letra, pois é feito unicamente para ser dançado. Na música é possível distinguir-se três classes: o frevo-abafo ou de encontro, no qual predominam os instrumentos metálicos, principalmente pistões e trombones; o frevo-coqueiro, com notas agudas distanciando-se no pentagrama e o frevo-ventania, constituído pela introdução de semicolcheias. O frevo acaba, temporariamente, em um acorde longo e perfeito. Frevos-de-rua famosos: Vassourinhas, de Matias da Rocha; Último dia, de Levino Ferreira; Trinca do 21, de Mexicano; Menino Bom, de Eucário Barbosa; Corisco, de Lorival Oliveira; Porta-bandeira de Guedes Peixoto; entre outros.

FREVO-CANÇÃO – Nos fins do século passado surgiram melodias bonitas, tais como A Marcha n° 1 do Vassourinhas, atualmente convertido no Hino do carnaval recifense, presente tanto nos bailes sociais como nas ruas, capaz de animar qualquer reunião e enlouquecer o passista. O frevo-canção ou marcha-canção tem vários aspectos semelhantes à marchinha carioca, um deles é que ambas possuem uma parte introdutória e outra cantada, começando ou acabando com estribilhos. Frevos-canção famosos: Borboleta não é ave ,de Nelson Ferreira; Na mulher não se bate nem com uma flor, de Capiba; Hino de Pitombeira, de Alex Caldas; Hino de Elefante, de Clídio Nigro; Vestibular, de Gildo Moreno; entre outros.

FREVO-DE-BLOCO – Deve ter se originado de serenatas preparadas por agrupamentos de rapazes animados, que participavam simultaneamente, dos carnavais de rua da época, possivelmente, no início do presente século. Sua orquestra é composta de Pau e Corda: violões, banjos, cavaquinhos, etc. Nas últimas três décadas observou-se a introdução de clarinete, seguida da parte coral integrada por mulheres. Frevos-de-bloco famosos: Valores do Passado, de Edgar Moraes; Marcha da Folia, de Raul Moraes; Relembrando o Passado, de João Santiago; Saudade, dos Irmãos Valença; Evocação n° 1, de Nelson Ferreira; entre outros.

O FREVO DANÇA – Vários elementos complementares básicos compõe toda dança, em especial no frevo os instrumentos musicais serviam como arma quando se chocavam agremiações rivais. A origem dos passistas são os capoeiras que vinham à frente das bandas, exibindo-se e praticando a capoeira no intuito de intimidar os grupos inimigos. Os golpes da luta viraram passos de dança, embalados inicialmente, pelas marchas e evoluindo junto com a música do frevo.

A SOMBRINHA – Outro elemento complementar da dança, o passista à conduz como símbolo do frevo e como auxílio em suas acrobacias. A sombrinha em sua origem não passava de um guarda-chuva conduzido pelos capoeiristas pela necessidade de ter na mão como arma para ataque e defesa, já que a prática da capoeira estava proibida.
Este argumento baseia-se no fato de que os primeiros frevistas, não conduziam guarda-chuvas em bom estado, valendo-se apenas da solidez da armação. Com o decorrer do tempo, esses guarda-chuvas, grandes, negros, velhos e rasgados se vêm transformados, acompanhando a evolução da dança, para converter-se, atualmente, em uma sombrinha pequena de 50 ou 60 centímetros de diâmetro.

O VESTUÁRIO – Também como elemento imprescindível em algumas danças folclóricas, o vestuário que se precisa para dançar o frevo, não exige roupa típica ou única. Geralmente a vestimenta é de uso cotidiano, sendo a camisa mais curta que o comum e justa ou amarrada à altura da cintura, a calça também de algodão fino, colada ao corpo, variando seu tamanho entre abaixo do joelho e acima do tornozelo, toda a roupa com predominância de cores fortes e estampada. A vestimenta feminina se diferencia pelo uso de um short sumário, com adornos que dele pendem ou mini-saias, que dão maior destaque no momento de dançar.

PASSOS DO FREVO – A dança do frevista é geralmente caracterizada pela sua individualidade na exibição dos passos. Os passos nasceram da improvisação individual dos dançarinos, com o correr dos anos, dessa improvisação se adotaram certos tipos ou arquétipos de passos. Existem atualmente um número incontável de passos ou evoluções com suas respectivas variantes. Os passos básicos elementares podem ser considerados os seguintes: dobradiça, tesoura, locomotiva, ferrolho, parafuso, pontilhado, ponta de pé e calcanhar, saci-pererê, abanando, caindo-nas-molas e pernada, este último claramente identificável na capoeira.

A seguir descrições dos cinco primeiros citados:

DOBRADIÇA – Flexiona-se as pernas, com os joelhos para frente e o apoio do corpo nas pontas dos pés. Corpo curvado para frente realizando as mudanças dos movimentos: o corpo apoiado nos calcanhares, que devem está bem aproximados um do outro, pernas distendidas, o corpo jogado para frente e para trás, com a sombrinha na mão direita, subindo e descendo para ajudar no equilíbrio. Não há deslocamentos laterais. Os pés pisam no mesmo local com os calcanhares e pontas.

TESOURA
A) – Passo cruzado com pequenos deslocamentos à direita e à esquerda. Pequeno pulo, pernas semiflexionadas, sombrinha na mão direita, braços flexionados para os lados.
B) – O dançarino cruza a perna direita por trás da esquerda em meia ponta, perna direita `a frente, ambas semiflexionadas. Um pulo desfaz o flexionamento das pernas e, em seguida, a perna direita vai apoiada pelo calcanhar; enquanto a esquerda, semiflexionada, apoia-se em meia ponta do pé, deslocando o corpo para esquerda. Refaz-se todo o movimento, indo a perna esquerda por trás da direita para desfazer o cruzamento. Neste movimento, o deslocamento para a direita é feito com o corpo um pouco inclinado.

LOCOMOTIVA – Inicia-se com o corpo agachado e os braços abertos para frente, em quase circunferência e a sombrinha na mão direita. Dão-se pequenos pulos para encolher e estirar cada uma das pernas, alternadamente.

FERROLHO – Como a sapatear no gelo, as pernas movimentando-se primeiro em diagonal (um passo) seguido de flexão das duas pernas em meia ponta, com o joelho direito virado para a esquerda e vice-versa. Repetem-se os movimentos, vira-se o corpo em sentido contrário ao pé de apoio, acentuando o tempo e a marcha da música. Alternam-se os pés, movimentando-se para frente e para trás, em meia ponta e calcanhar; o passista descreve uma circunferência.

PARAFUSO – Total flexão das pernas. O corpo fica, inicialmente, apoiado em um só pé virado, ou seja, a parte de cima do pé fica no chão, enquanto o outro pé vira-se, permitindo o apoio de lado (o passista arria o corpo devagar).

Em 2012, a Unesco concede título de Patrimônio Imaterial da Humanidade ao frevo.
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:: Fonte: – LIMA, Claudia M. de Assis Rocha. Frevo. in: Fundaj. Disponível no link. (acessado em 21.1.2015).
– FESTIVAL do Frevo da Humanidade [Histórico]. Disponível no link. (acessado em 15.2.2015).
Saiba mais:
:: OLIVEIRA, Valdemar. Artigos – O frevo e o passo, de Pernambuco. Extraído de Boletin Latino Americano de Música. Rio de Janeiro; Montevidéu, Instituto Interamericano de Musicologia, 1946, ano 6, v.6, p.157-192. in: Realejo/Jangada Brasil. Disponível no link. (acessado em 14.2.2015).
:: SOUZA, Tárik de. Frevo – A acelerada marcha pernambucana que pôs o Brasil para pular. in: CliqueMusic. Disponível no link. (acessado em 28.01.2015).
::  Frevo. Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Disponível no link. (acessado em 2.2.2015).
:: Frevo. IPHAN. Disponível no link. (acessado em 15.2.2015).

“A vibração paroxística do frevo é realmente uma coisa assombrosa. É, enfim, um verdadeiro allegro num presto nacional. É, sem dúvida, o entusiasmo, a ardência orgíaca, mais dionisíaca de nossa música nacional.
E aquele rapaz que dançou! Mas será possível que uma coreografia, assim, ainda se conserve ignorada dos nossos teatros e bailarinos? Que beleza! Que leveza admirável! É uma fonte riquíssima. É um verdadeiro título de glória, que o país ignora, simplesmente porque entre nós ainda são muito raros os que têm verdadeira convicção de cultura”
– Mário de Andrade, em: OLIVEIRA, Valdemar. Artigos – O frevo e o passo, de Pernambuco. Extraído de Boletim Latino Americano de Música. Rio de Janeiro; Montevidéu, Instituto Interamericano de Musicologia, 1946, ano 6, v.6, p.157-192. in: Realejo/Jangada Brasil. Disponível no link. (acessado em 14.2.2015).

FREVO – COMPOSITORES, ARRANJADORES E INTERPRETES DE ONTEM E HOJE
:: Zumba [José Gonçalves Júnior].. (1889-1974) – compositor – instrumentista
:: Capitão Zuzinha [José Lourenço da Silva].. (1889–1952) – compositor – regente
:: Irmãos Valença [João Vítor do Rego Valença (1890-1983) – Raul do Rego Valença (1894-1977)] – compositores
:: Levino Ferreira (1890-1970) – compositor – instrumentista
:: Raul Moraes (1891-1937) – compositor – instrumentista – regente
:: Nelson Ferreira (1902-1976) – compositor – pianista – regente
:: Capiba [Lourenço Fonseca Barbosa].. (1904-1997) – compositor – instrumentista
:: Edgard Moraes [Edgar Ramos de Morais].. (1904-1973) – compositor – instrumentista – arranjador
:: Clóvis Maméde (1909-c.1990) – compositor – maestro – arranjador
:: Guerra-Peixe (1914-1993) – compositor – arranjador – musicólogo
:: Severino Araújo (1917-2012) – compositor – clarinetista – regente
:: Lourival Oliveira (1918-2000) – compositor – clarinetista – saxofonista – arranjador
:: Antônio Maria [Antônio Maria Araújo de Morais].. (1921-1964) – compositor – jornalista
:: José Meneses [José Xavier Meneses].. (1923-2013) – compositor – instrumentista – arranjador – maestro
:: Luís Bandeira (1923-1998) – compositor – cantor
:: João Santiago (1928-1985) – compositor – instrumentista – folclorista
:: Alírio Moraes (1928-1999) – compositor – instrumentista
:: Maestro Nunes [José Nunes de Souza].. (1931-…) – músico – arranjador
:: Clóvis Pereira (1932-…) – compositor – pianista – arranjador – regente
:: Claudionor Germano (1932-…) – cantor
:: Maestro Duda [José Ursicino da Silva].. (1935-…) – compositor – instrumentista – arranjador – regente
:: Getúlio Cavalcanti. (1942-…) – compositor – instrumentista
:: Maestro Formiga [Ademir de Souza Araújo].. (1942-…) compositor – instrumentista – arranjador – regente.
:: Edson Rodrigues (1942-…) – compositor – multi-instrumentista – maestro – arranjador
:: J. Michiles [José Michiles da Silva].. (1943-…) – compositor – professor – artista plástico
:: Geraldo Azevedo (1945-…) – compositor – cantor – violonista
:: Alceu Valença (1946-…) – compositor – cantor
:: Antonio Nóbrega (1952-…) – cantor – violonista – dançarino – ator
:: Spok [Inaldo Cavalcante de Albuquerque].. (1970-…) – compositor – saxofonista – arranjador
:: Carnéra [Felinto Nunes de Alencar]… (-…) – compositor – trompetista“Essas coisas, quando nascem na consciência da gente, isto é, quando a gente verifica a importância social que elas estão tomando, já faz muito que nasceram de misturas, influências e invenções ocasionais do povo. E o povo não costuma datar os atos corriqueiros da sua vida…”
– Mário de Andrade, em Ilustração musical, ano I, nº 2.
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BIBLIOGRAFIA SOBRE CARNAVAL. Brasil: o universo do carnaval. Acesse AQUI!

*http://www.elfikurten.com.br/2015/02/frevo.html

O Frevo é uma das mais ricas expressões artísticas brasileiras que incorpora, principalmente, música e dança, além da experiência, criatividade e imensa representatividade das agremiações. Foi no Recife, capital de Pernambuco, que o Frevo nasceu, criou raízes e consolidou-se nos fins do século XIX e início do século XX, tornando-se, ao longo do tempo, uma expressão artística popular e centenária que ainda hoje segue em franca evolução coreográfica e musical.

O frevo nasceu das marchas, maxixes e dobrados; as bandas militares do século passado teriam dado sua contribuição na formação do frevo, bem como as quadrilhas de origem européia. Deduz-se que a música apoiou-se desde o início nas fanfarras constituídas por instrumentos de metal, pela velha tradição bandística do povo pernambucano.

A palavra é: FREVO! – A palavra frevo vem de ferver, por corruptela, frever, dando origem a palavra frevo, que passou a designar: “Efervecência, agitação, confusão, rebuliço; apertão nas reuniões de grande massa popular no seu vai-e-vem em direções opostas como pelo Carnaval”, de acordo com o Vocabulário Pernambucano de Pereira da Costa. Divulgando o que a boca anônima do povo já espalhava, o Jornal Pequeno, vespertino do Recife, que mantinha a melhor secção carnavalesca da época, na edição de 12 de fevereiro de 1908, faz a primeira referência a palavra frevo.
Frevo música – Pode-se afirmar que o frevo é uma criação de compositores de música ligeira, feita para o carnaval. Os músicos pensaram em dar ao povo mais animação nos folguedos de carnaval, e a gente de pé no chão, queria música barulhenta e animada, que desse espaço para extravasar alegria dentro daquele improviso. No decorrer do tempo a música ganha características próprias acompanhada por um bailado inconfundível de passos soltos e acrobáticos. Nas suas origens o frevo sofreu várias influências ao longo do tempo, produzindo assim variedades. A década de trinta serve de base para a divisão do frevo em:

Frevo-de-Rua, Frevo-Canção, Frevo-de-Bloco

Frevo Pernambucano, desenho de Manuel Bandeira,
extraído de Anuário de Pernambuco, 1934, Recife PE


FREVO-DE-RUA – É o mais comumente identificado como simplesmente frevo, cujas características não se assemelham com nenhuma outra música brasileira, nem de outro país. O frevo-de-rua se diferencia dos outros tipos de frevo pela ausência completa de letra, pois é feito unicamente para ser dançado. Na música é possível distinguir-se três classes: o frevo-abafo ou de encontro, no qual predominam os instrumentos metálicos, principalmente pistões e trombones; o frevo-coqueiro, com notas agudas distanciando-se no pentagrama e o frevo-ventania, constituído pela introdução de semicolcheias. O frevo acaba, temporariamente, em um acorde longo e perfeito. Frevos-de-rua famosos: Vassourinhas, de Matias da Rocha; Último dia, de Levino Ferreira; Trinca do 21, de Mexicano; Menino Bom, de Eucário Barbosa; Corisco, de Lorival Oliveira; Porta-bandeira de Guedes Peixoto; entre outros.

FREVO-CANÇÃO – Nos fins do século passado surgiram melodias bonitas, tais como A Marcha n° 1 do Vassourinhas, atualmente convertido no Hino do carnaval recifense, presente tanto nos bailes sociais como nas ruas, capaz de animar qualquer reunião e enlouquecer o passista. O frevo-canção ou marcha-canção tem vários aspectos semelhantes à marchinha carioca, um deles é que ambas possuem uma parte introdutória e outra cantada, começando ou acabando com estribilhos. Frevos-canção famosos: Borboleta não é ave ,de Nelson Ferreira; Na mulher não se bate nem com uma flor, de Capiba; Hino de Pitombeira, de Alex Caldas; Hino de Elefante, de Clídio Nigro; Vestibular, de Gildo Moreno; entre outros.

Dança do Frevo, Portinari (1958)

FREVO-DE-BLOCO – Deve ter se originado de serenatas preparadas por agrupamentos de rapazes animados, que participavam simultaneamente, dos carnavais de rua da época, possivelmente, no início do presente século. Sua orquestra é composta de Pau e Corda: violões, banjos, cavaquinhos, etc. Nas últimas três décadas observou-se a introdução de clarinete, seguida da parte coral integrada por mulheres. Frevos-de-bloco famosos: Valores do Passado, de Edgar Moraes; Marcha da Folia, de Raul Moraes; Relembrando o Passado, de João Santiago; Saudade, dos Irmãos Valença; Evocação n° 1, de Nelson Ferreira; entre outros.

O FREVO DANÇA – Vários elementos complementares básicos compõe toda dança, em especial no frevo os instrumentos musicais serviam como arma quando se chocavam agremiações rivais. A origem dos passistas são os capoeiras que vinham à frente das bandas, exibindo-se e praticando a capoeira no intuito de intimidar os grupos inimigos. Os golpes da luta viraram passos de dança, embalados inicialmente, pelas marchas e evoluindo junto com a música do frevo.

A SOMBRINHA – Outro elemento complementar da dança, o passista à conduz como símbolo do frevo e como auxílio em suas acrobacias. A sombrinha em sua origem não passava de um guarda-chuva conduzido pelos capoeiristas pela necessidade de ter na mão como arma para ataque e defesa, já que a prática da capoeira estava proibida.
Este argumento baseia-se no fato de que os primeiros frevistas, não conduziam guarda-chuvas em bom estado, valendo-se apenas da solidez da armação. Com o decorrer do tempo, esses guarda-chuvas, grandes, negros, velhos e rasgados se vêm transformados, acompanhando a evolução da dança, para converter-se, atualmente, em uma sombrinha pequena de 50 ou 60 centímetros de diâmetro.

Frevo, Portinari (1956)

O VESTUÁRIO – Também como elemento imprescindível em algumas danças folclóricas, o vestuário que se precisa para dançar o frevo, não exige roupa típica ou única. Geralmente a vestimenta é de uso cotidiano, sendo a camisa mais curta que o comum e justa ou amarrada à altura da cintura, a calça também de algodão fino, colada ao corpo, variando seu tamanho entre abaixo do joelho e acima do tornozelo, toda a roupa com predominância de cores fortes e estampada. A vestimenta feminina se diferencia pelo uso de um short sumário, com adornos que dele pendem ou mini-saias, que dão maior destaque no momento de dançar.

PASSOS DO FREVO – A dança do frevista é geralmente caracterizada pela sua individualidade na exibição dos passos. Os passos nasceram da improvisação individual dos dançarinos, com o correr dos anos, dessa improvisação se adotaram certos tipos ou arquétipos de passos. Existem atualmente um número incontável de passos ou evoluções com suas respectivas variantes. Os passos básicos elementares podem ser considerados os seguintes: dobradiça, tesoura, locomotiva, ferrolho, parafuso, pontilhado, ponta de pé e calcanhar, saci-pererê, abanando, caindo-nas-molas e pernada, este último claramente identificável na capoeira.

A seguir descrições dos cinco primeiros citados:

DOBRADIÇA – Flexiona-se as pernas, com os joelhos para frente e o apoio do corpo nas pontas dos pés. Corpo curvado para frente realizando as mudanças dos movimentos: o corpo apoiado nos calcanhares, que devem está bem aproximados um do outro, pernas distendidas, o corpo jogado para frente e para trás, com a sombrinha na mão direita, subindo e descendo para ajudar no equilíbrio. Não há deslocamentos laterais. Os pés pisam no mesmo local com os calcanhares e pontas.

Frevo, ilustração J-Siqueira

TESOURA
A) – Passo cruzado com pequenos deslocamentos à direita e à esquerda. Pequeno pulo, pernas semiflexionadas, sombrinha na mão direita, braços flexionados para os lados.
B) – O dançarino cruza a perna direita por trás da esquerda em meia ponta, perna direita `a frente, ambas semiflexionadas. Um pulo desfaz o flexionamento das pernas e, em seguida, a perna direita vai apoiada pelo calcanhar; enquanto a esquerda, semiflexionada, apoia-se em meia ponta do pé, deslocando o corpo para esquerda. Refaz-se todo o movimento, indo a perna esquerda por trás da direita para desfazer o cruzamento. Neste movimento, o deslocamento para a direita é feito com o corpo um pouco inclinado.

LOCOMOTIVA – Inicia-se com o corpo agachado e os braços abertos para frente, em quase circunferência e a sombrinha na mão direita. Dão-se pequenos pulos para encolher e estirar cada uma das pernas, alternadamente.

FERROLHO – Como a sapatear no gelo, as pernas movimentando-se primeiro em diagonal (um passo) seguido de flexão das duas pernas em meia ponta, com o joelho direito virado para a esquerda e vice-versa. Repetem-se os movimentos, vira-se o corpo em sentido contrário ao pé de apoio, acentuando o tempo e a marcha da música. Alternam-se os pés, movimentando-se para frente e para trás, em meia ponta e calcanhar; o passista descreve uma circunferência.

Frevo, Wilton de Souza

PARAFUSO – Total flexão das pernas. O corpo fica, inicialmente, apoiado em um só pé virado, ou seja, a parte de cima do pé fica no chão, enquanto o outro pé vira-se, permitindo o apoio de lado (o passista arria o corpo devagar).

Em 2012, a Unesco concede título de Patrimônio Imaterial da Humanidade ao frevo.
—-
:: Fonte: – LIMA, Claudia M. de Assis Rocha. Frevo. in: Fundaj. Disponível no link. (acessado em 21.1.2015).
– FESTIVAL do Frevo da Humanidade [Histórico]. Disponível no link. (acessado em 15.2.2015).
Saiba mais:
:: OLIVEIRA, Valdemar. Artigos – O frevo e o passo, de Pernambuco. Extraído de Boletin Latino Americano de Música. Rio de Janeiro; Montevidéu, Instituto Interamericano de Musicologia, 1946, ano 6, v.6, p.157-192. in: Realejo/Jangada Brasil. Disponível no link. (acessado em 14.2.2015).
:: SOUZA, Tárik de. Frevo – A acelerada marcha pernambucana que pôs o Brasil para pular. in: CliqueMusic. Disponível no link. (acessado em 28.01.2015).
::  Frevo. Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Disponível no link. (acessado em 2.2.2015).
:: Frevo. IPHAN. Disponível no link. (acessado em 15.2.2015).


“A vibração paroxística do frevo é realmente uma coisa assombrosa. É, enfim, um verdadeiro allegro num presto nacional. É, sem dúvida, o entusiasmo, a ardência orgíaca, mais dionisíaca de nossa música nacional.
E aquele rapaz que dançou! Mas será possível que uma coreografia, assim, ainda se conserve ignorada dos nossos teatros e bailarinos? Que beleza! Que leveza admirável! É uma fonte riquíssima. É um verdadeiro título de glória, que o país ignora, simplesmente porque entre nós ainda são muito raros os que têm verdadeira convicção de cultura”
– Mário de Andrade, em: OLIVEIRA, Valdemar. Artigos – O frevo e o passo, de Pernambuco. Extraído de Boletim Latino Americano de Música. Rio de Janeiro; Montevidéu, Instituto Interamericano de Musicologia, 1946, ano 6, v.6, p.157-192. in: Realejo/Jangada Brasil. Disponível no link. (acessado em 14.2.2015).

Frevo, de Carybé – [Pinacoteca ©Carybé]

Alegre Bando
Abram alas queridos foliões
Que vai passar o alegre bando
Trazendo mil recordações
Deixando o povo
Com prazer cantando
A canção que faz lembrar
Passado carnavais
das fantasias tradicionais
Pirrôt, Pierrete e Arlequim
Colombina e o Dominó de veludo
Espalhavam alegria sem fim
No auge da festa do entrudo
Os foliões com emoção vibrando
Na frevolência louca
Do carnaval
Ouviram som de guizos
Anunciando
O bando de palhaços,
colorido original
– Edgard Moraes

FREVO – COMPOSITORES, ARRANJADORES E INTERPRETES DE ONTEM E HOJE
:: Zumba [José Gonçalves Júnior].. (1889-1974) – compositor – instrumentista
:: Capitão Zuzinha [José Lourenço da Silva].. (1889–1952) – compositor – regente
:: Irmãos Valença [João Vítor do Rego Valença (1890-1983) – Raul do Rego Valença (1894-1977)] – compositores
:: Levino Ferreira (1890-1970) – compositor – instrumentista
:: Raul Moraes (1891-1937) – compositor – instrumentista – regente
:: Nelson Ferreira (1902-1976) – compositor – pianista – regente
:: Capiba [Lourenço Fonseca Barbosa].. (1904-1997) – compositor – instrumentista
:: Edgard Moraes [Edgar Ramos de Morais].. (1904-1973) – compositor – instrumentista – arranjador
:: Clóvis Maméde (1909-c.1990) – compositor – maestro – arranjador
:: Guerra-Peixe (1914-1993) – compositor – arranjador – musicólogo
:: Severino Araújo (1917-2012) – compositor – clarinetista – regente
:: Lourival Oliveira (1918-2000) – compositor – clarinetista – saxofonista – arranjador
:: Antônio Maria [Antônio Maria Araújo de Morais].. (1921-1964) – compositor – jornalista
:: José Meneses [José Xavier Meneses].. (1923-2013) – compositor – instrumentista – arranjador – maestro
:: Luís Bandeira (1923-1998) – compositor – cantor
:: João Santiago (1928-1985) – compositor – instrumentista – folclorista
:: Alírio Moraes (1928-1999) – compositor – instrumentista
:: Maestro Nunes [José Nunes de Souza].. (1931-…) – músico – arranjador
:: Clóvis Pereira (1932-…) – compositor – pianista – arranjador – regente
:: Claudionor Germano (1932-…) – cantor
:: Maestro Duda [José Ursicino da Silva].. (1935-…) – compositor – instrumentista – arranjador – regente
:: Getúlio Cavalcanti. (1942-…) – compositor – instrumentista
:: Maestro Formiga [Ademir de Souza Araújo].. (1942-…) compositor – instrumentista – arranjador – regente.
:: Edson Rodrigues (1942-…) – compositor – multi-instrumentista – maestro – arranjador
:: J. Michiles [José Michiles da Silva].. (1943-…) – compositor – professor – artista plástico
:: Geraldo Azevedo (1945-…) – compositor – cantor – violonista
:: Alceu Valença (1946-…) – compositor – cantor
:: Antonio Nóbrega (1952-…) – cantor – violonista – dançarino – ator
:: Spok [Inaldo Cavalcante de Albuquerque].. (1970-…) – compositor – saxofonista – arranjador
:: Carnéra [Felinto Nunes de Alencar]… (-…) – compositor – trompetista

“Essas coisas, quando nascem na consciência da gente, isto é, quando a gente verifica a importância social que elas estão tomando, já faz muito que nasceram de misturas, influências e invenções ocasionais do povo. E o povo não costuma datar os atos corriqueiros da sua vida…”
– Mário de Andrade, em Ilustração musical, ano I, nº 2.

Marcha nº 1 dos Vassourinhas, de Matias da Rocha e Joana Batista Ramos.
Interpretação: Felinho e Orquestra de Nelson Ferreira  (gravado em 1945), 1956
Trombone de Prata
Ouvi dizer
Que o mundo vai se acabar
E tudo vai pra cucuia
O sol não mais brilhará
Mas se deixarem
Um bumbo e uma mulata
E um trombone de prata
O frevo bom viverá
Pode acabar o petróleo
Pode acabar a vergonha
Pode acabar, tudo enfim
Mas deixem o frevo pra mim
– Capiba
Estudo para o Frevo, Candido Portinari

Marcha nº 1 dos Vassourinhas
Se esta rua fosse minha
Eu mandava ladrilhar,                  {bis
Com pedrinhas de diamante
Pra Vassourinhas passar

Ah!… reparem meus senhores
O pai desse pessoal, {coro
Que nos faz sair à rua
Dando vivas ao Carnaval

Somos nós os Vassourinhas
Todos nós em borbotão
Vamos varrer a cidade
Com cuidado e precisão,
Bem sabeis do compromisso
Que nos leva a assim fazer:
De mostrar nossas insígnias
E a cidade se varrer.

– Matias da Rocha e Joana Batista
Marcha nº 1 dos Vassourinhas, de Matias da Rocha e Joana Batista Ramos.
interpretação: Déo e Castro Barbosa, gravação 1945

DOCUMENTÁRIOS
Documentário: Evocações… Nelson Ferreira
Sinopse: A vida e a obra do maestro e compositor pernambucano Nelson Ferreira, um dos maiores nomes da Música Popular Brasileira.
Ficha Técnica
País/ano: Brasil, 1987
Duração:
Direção: Flávio Morais Rodrigues
Produção: Flávio Rodrigues
Fotografia: Vito Diniz
Roteiro: Fernando Spencer, Flávio Rodrigues
Edição: Severino Dadá
Trilha original: Misael Domingues, Nelson Ferreira

Evocações… Nelson Ferreira – Dir.: Flávio Morais Rodrigues

Documentário: Trajetória do frevo
Sinopse: As origens políticas e sociais do frevo a partir do século XIX. Conta ainda com ilustrações do desenhista Antônio Clériston e narração do poeta paraibano Jommard Muniz de Brito.
Ficha técnica
País/ano: Brasil, 1988
Duração: 9 min.
Direção: Fernando Spencer

Trajetória do frevo – Dir.: Fernando Spencer

Documentário: Frevo
Série Expedições
Com mais de um século de existência, o Frevo é um dos pilares do carnaval brasileiro. Nasceu em Recife e logo se espalhou para Olinda. Sua origem coincide com um momento de grandes transformações políticas e sociais em Pernambuco. Surgido das classes menos favorecidas da sociedade, o Frevo foi, a princípio, renegado pela elite. Mas sua energia estimulante e a alegria permanente, logo seduziram todas as esferas da população.
Paula Saldanha Roberto Werneck registram toda a trajetória das variadas formas do Frevo, como o “Frevo de Rua” e o “Frevo de Bloco”, mostrando suas diferenças e similaridades. Conheça algumas das centenas de passos criados pelos foliões ao longo de tantos Carnavais e as influências internacionais que o Frevo recebeu.

Série Expedições – Frevo – Dir.: Paula Saldanha e Roberto Werneck
Clássicos do Frevo Orquestra de Rua Recife e Olinda – Carnaval

Esse bloco é meu
Olhem bem o nosso bloco
que é o rei do frevo
e o rei do passo…
Nem pierrôt,
Nem colombina
Nem arlequim
e nem palhaço
Preto e branco se irmanam
esquecem tudo, dão o braço nesse
entrudo do Recife
O rico e o pobre
estão no passo 
– Miguel Barkokebas

Frevo de Pernambuco – foto: Pierre Verger, 1947

BIBLIOGRAFIA SOBRE O FREVO
ALMEIDA, Luiz Sávio de; CABRAL, Otávio, ARAÚJO, Zezito (orgs.). O negro e a construção do carnaval no Nordeste. Maceió: EDUFAL, 1996.
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