Profetas da selva: diário de visita às aldeias (3)

26 De marco de 2016
Voltamos a Guyrapa. desta vez viemos Junior, Kleber, Urubatan e eu.
O Xamõi papa estava se recuperando de uma doença, e haveria em Guyrapa uma cerimônia em homenagem a ele.

Para isso, aprendemos uma música para cantar com todos:

Nhanderu ete nhandexy ete

nhanembou ma vy nhanemongetareve

xondaroi xondariai

nhanembaraete que opa mbae nhanderopy ire jaique imavy nhanderete i ngambojeroia reve nhanemaendua que nbaneramoi karai poty nhanemogeta

Karai poty nhanemogeta.

Dividimo-nos em grupos novamente. Os meninos da dual acompanharam os xondaro na pesca. Regiane (do projeto beija-flor) e eu comandamos o fogo.


Cozinhamos o mesmo refogado da visita passada.

Depois do almoço, entramos na casa sagrada.

Cantamos junto com as crianças (desta vez virados para a parede da Opy)

Depois dançamos o xondaro, desta vez muito mais extenso.

Seguiu-se uma reunião, o ritual de cura, e eu saí da Opy para ir com Yamandu e Rokaju cozinhar cachorros quentes.

Os meninos da dual permaneceram na Opy e acompanharam a mboraí. Depois de comermos, fomos embora. Era madrugada já.

 

O espetáculo Profetas da Selva, bem como atividades referentes a ele, foi aprovado no Edital PROAC nº 04/2015 – Produção de Espetáculo Inédito e Temporada de Dança pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo.

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